Vômito e aposentadoria imoral irão calar Greca nesta quarta-feira (28)

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Lideranças sociais que integram o Movimento Popular Nossa Curitiba irão relembrar a população de duas questões que demonstram incapacidade do ex-prefeito de voltar a administrar a capital paranaense.

O preconceito aos pobres, expresso quando ele (Greca) de próprio voz, admitiu ter vomitado pelo incômodo cheiro de um mendigo e o gesto de se aposentar no IPPUC quando jamais compareceu na instituição para trabalhar, lá mantendo apenas uma função, renovada em inúmeras ocasiões para ocupar cargos políticos.

Mobilização nesta quarta

O plano do MP Nossa Curitiba é distribuir milhares de cópias do documento com o histórico funcional do candidato em várias regiões da cidade, ao mesmo tempo, reproduzir em caminhões de som a declaração insana de Greca sobre o vômito provocado pelo cheiro do morador de rua.

Para não esquecer

01. “Eu nunca cuidei dos pobres, eu não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que tentei carregar um pobre e pôr dentro do meu carro eu vomitei por causa do cheiro”, vociferou Greca durante o evento, promovido pelo curso de Jornalismo da Escola de Comunicação e Artes (ECA), em parceria com a Escola de Educação e Humanidades (EEH) e a Escola de Direito (ED).

02. Na ficha de trabalho do candidato no Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba está comprovado que desde que assumiu em 1.983, ex-prefeito exerceu a função para a qual foi contratado, apenas 116 dias, ou seja, menos que 4 meses. Até requisitar o benefício da aposentadoria numa artimanha da legislação, Greca esteve licenciado para se dedicar a cargos políticos, tais como:

ex-vereador de Curitiba; ex-deputado estadual; ex-prefeito de Curitiba; ex-deputado federal; ex-ministro do turismo; ex-secretário de estado e ex-assessor parlamentar do Senado Federal. Após essas peripécias, em janeiro deste ano (2016), solicitou e teve aposentadoria concedida pelo IPPUC, passando a receber pelo benefício, R$ 12.600,00, mensais.

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