Debate da RPC desta quinta-feira (29): Rafael Greca na alça de mira

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Veja assertivas que derrubam o fanfarrão Greca, candidato da elite conservadora da cidade e ironizado nacionalmente pela declaração do vômito.

Aposentadoria imoral. Usando de brechas na legislação na legislação, o ex-prefeito, no início do ano, requisitou e aferiu gorda aposentadoria no IPPUC, de onde está recebendo a quantia de R$ 12.600, 00 mensais. Detalhe: Greca ao contrário do que tenta fazer crer, nunca trabalhou efetivamente naquele instituto municipal.

Foi contratado em março de 1.982 e já em maio, licenciou-se para disputa do cargo de vereador da capital. Em fevereiro de 1.983, licenciou-se, daí para exercer o mandato eletivo de vereador. Tal mandato, estendeu-se até 1.989, quando elegeu-se deputado estadual. E por aí vai: elegeu-se prefeito, deputado federal, foi ministro e secretário de estado. Nunca trabalhou no IPPUC e agora resta aposentado amealhando valores que todo trabalhador gostaria de receber.
Explica essa, Greca!

Declaração de vômito – “Eu nunca cuidei dos pobres, eu não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que tentei carregar um pobre e pôr dentro do meu carro eu vomitei por causa do cheiro”. Dizer que estas palavras estão descontextualizadas é bazófia. Afinal, falou ou não falou que vomitou? Falou. Depois horrorizado com a repercussão que ganhou a declaração insana, tenta tergiversar.
Explica essa, Greca!

Peças de arte roubas da Fundação Cultural estão no sítio do candidato – Não resta dúvida que as peças de arte surrupiadas da Casa Klemtz estão adornando o sítio de propriedade do ex-prefeito.
Explica essa, Greca!

Blog do Fábio Campana, hoje aliado de Greca, guarda matéria sobre gastança de luxo quando o ex-prefeito era presidente da COHAPAR – Levantamento feito pelo Ministério Público Estadual mandou devolver dinheiro que pagou jantares no Ille de France e Graciosa Country Clube, entre outros.
Explica essa, Greca!

Relembre matéria do blog do Fábio:
MP denunciará Greca por “farra” na Cohapar
segunda-feira, 11 de maio de 2009 – 11:55 hs.

Documentos da auditoria feita pelo Ministério Público nas contas do presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca (PMDB), apontam que “há informações suficientes para abertura de denúncia-crime” por gastos com jantares de luxo pagos com dinheiro da autarquia. A denúncia foi publicada pelo Jornal do Estado em 2007. A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público deve pedir nos próximos dias a abertura de ação do presidente da companhia na Justiça Estadual, com base no relatório da auditoria, que constatou “indícios de improbidade administrativa”.

Segundo o levantamento, a Cohapar gastou entre fevereiro de 2007 e abril de 2008, mais de R$ 27 mil com despesas de alimentação de seu presidente. Os gastos incluem jantares em restaurantes de luxo em Curitiba, como o Ille de France, especializado em cozinha internacional de alto padrão. A Cohapar não nega os gastos, mas alega que as despesas se referem a compromissos oficiais com a recepção de autoridades. Além do salário de quase R$ 14 mil, Greca tem direito ainda a uma verba de representação no valor de R$ 8.806,00, na qual está incluído o vale alimentação. Além do Ille de France, os documentos revelam gastos no restaurante do Graciosa Country Club, Anarco Empório Restaurante, Ka Kiun Kim Cozinha Oriental, Estrela da Terra, La Pasta Gialla, Karbonel Frutos do Mar, Churrascaria Alto da Glória, Alma Lusa, Ponte Vecchio, Churrascaria do Erwin, entre outros.

A reportagem telefonou para a maioria desses restaurantes e gerentes, proprietários e garçons informaram que o presidente da companhia continua freqüentando esses locais luxuosos, mas não souberam dizer se ele paga com recursos próprios ou da Cohapar. No órgão, há cartão corporativo e conta representação, dois tipos de créditos disponibilizados aos secretários pelo governador Roberto Requião (PMDB). Os gastos revelam a preferência de Greca pelas cozinhas oriental e francesa. Entre restaurantes especializados em comida japonesa, tailandesa e chinesa, foram despendidos mais de R$ 3,2 mil. Em quatro jantares no restaurante Ille de France teriam sido despendidos mais de R$ 1.037 mil. As carnes nobres eram as mais apreciadas pelo presidente da Cohapar. Somente as churrascarias de Curitiba já tiveram lucro superior a R$ 2,4 mil com a estatal.

Na relação de solicitações de pagamentos entregues a reportagem, dois chamam a atenção. No dia 2 de maio do ano passado, um jantar no Restaurante Estrela da Terra – comida típica paranaense – saiu por R$ 2.570,00. Pouco mais de quatro meses mais tarde (último dia 17 de setembro), nova despesa no mesmo restaurante no valor de R$ 1.320,00. Documentos apontam que as despesas seriam realizadas pelo presidente, porém os pedidos de ressarcimento invariavelmente levariam as assinaturas do diretor administrativo e financeiro da Cohapar, João Carlos Gonçalves Baracho. A Cohapar se defendeu informando que “na maioria dos casos, havia necessidade da diretoria realizar encontros com superintendentes de instituições bancárias e de empresas parceiras”.), apontam que “há informações suficientes para abertura de denúncia-crime” por gastos com jantares de luxo pagos com dinheiro da autarquia. A denúncia foi publicada pelo Jornal do Estado em 2007. A do presidente da companhia na Justiça Estadual, Promotoria de Defesa do Patrimônio Público deve pedir nos próximos dias a abertura de açãocom base no relatório da auditoria, que constatou “indícios de improbidade administrativa”.

Segundo o levantamento, a Cohapar gastou entre fevereiro de 2007 e abril de 2008, mais de R$ 27 mil com despesas de alimentação de seu presidente. Os gastos incluem jantares em restaurantes de luxo em Curitiba, como o Ille de France, especializado em cozinha internacional de alto padrão. A Cohapar não nega os gastos, mas alega que as despesas se referem a compromissos oficiais com a recepção de autoridades. Além do salário de quase R$ 14 mil, Greca tem direito ainda a uma verba de representação no valor de R$ 8.806,00, na qual está incluído o vale alimentação. Além do Ille de France, os documentos revelam gastos no restaurante do Graciosa Country Club, Anarco Empório Restaurante, Ka Kiun Kim Cozinha Oriental, Estrela da Terra, La Pasta Gialla, Karbonel Frutos do Mar, Churrascaria Alto da Glória, Alma Lusa, Ponte Vecchio, Churrascaria do Erwin, entre outros. A reportagem telefonou para a maioria desses restaurantes e gerentes, proprietários e garçons informaram que o presidente da companhia continua freqüentando esses locais luxuosos, mas não souberam dizer se ele paga com recursos próprios ou da Cohapar. No órgão, há cartão corporativo e conta representação, dois tipos de créditos disponibilizados aos secretários pelo governador Roberto Requião (PMDB).

Os gastos revelam a preferência de Greca pelas cozinhas oriental e francesa. Entre restaurantes especializados em comida japonesa, tailandesa e chinesa, foram despendidos mais de R$ 3,2 mil. Em quatro jantares no restaurante Ille de France teriam sido despendidos mais de R$ 1.037 mil. As carnes nobres eram as mais apreciadas pelo presidente da Cohapar. Somente as churrascarias de Curitiba já tiveram lucro superior a R$ 2,4 mil com a estatal. Na relação de solicitações de pagamentos entregues a reportagem, dois chamam a atenção. No dia 2 de maio do ano passado, um jantar no Restaurante Estrela da Terra – comida típica paranaense – saiu por R$ 2.570,00. Pouco mais de quatro meses mais tarde (último dia 17 de setembro), nova despesa no mesmo restaurante no valor de R$ 1.320,00.

Documentos apontam que as despesas seriam realizadas pelo presidente, porém os pedidos de ressarcimento invariavelmente levariam as assinaturas do diretor administrativo e financeiro da Cohapar, João Carlos Gonçalves Baracho. A Cohapar se defendeu informando que “na maioria dos casos, havia necessidade da diretoria realizar encontros com superintendentes de instituições bancárias e de empresas parceiras”.

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