Greca e Requião, nunca mais!

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Ao concluir o plano de ação para a pré campanha eleitoral na capital paranaense, o comitê de base da articulação Multipartidária da Oposição Municipal, definiu que o informe voto consciente vai denunciar mazelas imperdoáveis do ex-prefeito Rafael Greca e do senador Roberto Requião.

Greca se locupleta com aposentadoria imoral

Reclamação coletiva ao Ministério Público pede cancelamento de benefício conseguido pelo ex-prefeito no IPPUC, onde o falastrão trabalhou, pasmem: tão somente “01 dia”, em 32 anos. Sim, ele ganha o salário de aposentado que muito trabalhador gostaria de receber. São R$ 14.350,00 que Rafael Greca embolsa todo final de mês, pagos pelo IPPUC, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, tendo ao longo de 32 anos, trabalhado um único dia naquela instituição. O dia em tomou posse na vaga obtida em concurso.

Num programa de rádio, na última semana, ao ser questionado sobre essa questão, Greca diz que usou na contagem de tempo para a aposentadoria, os períodos em esteve licenciado exercendo cargos eletivos. Essa imoralidade é objeto de uma reclamação coletiva, a ser impetrada pela Frente Ampla da Cidadania, atendendo pedido da associação de servidores do IPPUC.

Fundo criado na gestão de Greca como prefeito, lesou centenas de famílias moradoras da Ferrovila

Pressionados pela ameaça de despejo, ocupantes da Ferrovila assinaram contratos com a Cohab, para um Fundo de Aquisição dos Terrenos. Isso aconteceu em 1.995, na gestão do então prefeito Rafael Greca, conhecido à época como inimigo voraz das ocupações irregulares de Curitiba. Passados vinte anos do pagamento mensal para esse fundo, moradores que foram até a Cohab receberam a informação que não era possível receber a escritura dos terrenos, porque o contrato tinha vícios de ilegalidade. Agora, os contribuintes tem que ir à justiça para reaver o dinheiro que pagaram por uma iniciativa ilegal do ex-prefeito Rafael Greca.

Mordomias: Greca gastou dinheiro da Cohapar com jantares de luxo, no Restaurante Ille de France

Vale a pena ler de novo a matéria do Jornal do Estado, edição de 11 de maio de 2009

Auditoria indica “fortes indícios de improbidade” em gastos com festas em points chiques de Curitiba

Documentos da auditoria feita pelo Ministério Público nas contas do presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca (PMDB), apontam que “há informações suficientes para abertura de denúncia-crime” por gastos com jantares de luxo pagos com dinheiro da autarquia. A denúncia foi publicada pelo Jornal do Estado em 2007. A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público deve pedir nos próximos dias a abertura de ação do presidente da companhia na Justiça Estadual, com base no relatório da auditoria, que constatou “indícios de improbidade administrativa”.

Segundo o levantamento, a Cohapar gastou entre fevereiro de 2007 e abril de 2008, mais de R$ 27 mil com despesas de alimentação de seu presidente. Os gastos incluem jantares em restaurantes de luxo em Curitiba, como o Ille de France, especializado em cozinha internacional de alto padrão. A Cohapar não nega os gastos, mas alega que as despesas se referem a compromissos oficiais com a recepção de autoridades. Além do salário de quase R$ 14 mil, Greca tem direito ainda a uma verba de representação no valor de R$ 8.806,00, na qual está incluído o vale alimentação.

Além do Ille de France, os documentos revelam gastos no restaurante do Graciosa Country Club, Anarco Empório Restaurante, Ka Kiun Kim Cozinha Oriental, Estrela da Terra, La Pasta Gialla, Karbonel Frutos do Mar, Churrascaria Alto da Glória, Alma Lusa, Ponte Vecchio, Churrascaria do Erwin, entre outros. A reportagem telefonou para a maioria desses restaurantes e gerentes, proprietários e garçons informaram que o presidente da companhia continua freqüentando esses locais luxuosos, mas não souberam dizer se ele paga com recursos próprios ou da Cohapar. No órgão, há cartão corporativo e conta representação, dois tipos de créditos disponibilizados aos secretários pelo governador Roberto Requião (PMDB).

Para não esquecer: Requião tentou intimidar Sérgio Moro, juntamente com grupo de senadores pró Dilma

Parlamentares pedem que CNJ abra processo disciplinar contra o juiz da lava jato

GUSTAVO AGUIAR – O ESTADO DE S.PAULO
22 Março 2016

Dilmistas alegam que interceptação telefônica foi feita de forma ilegal porque foi feita fora do limite de horário determinado.

Senadores apoiadores da presidente Dilma, protocolaram nesta terça-feira, 22, uma ação no para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abra um processo disciplinar contra o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, pela divulgação dos grampos envolvendo a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa é a 12ª representação contra Moro no conselho. O pedido, protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF), do qual Lewandowski é presidente, aponta diversas irregularidades cometidas por Moro na gravação da ligação em que Dilma aparece conversando com Lula sobre o envio de um termo de posse, para que o ex-presidente use-o em caso de necessidade.

Os senadores alegam que a interceptação telefônica foi feita de forma ilegal porque foi feita fora do limite de horário determinado. Os parlamentares pedem a apuração da responsabilidade de Moro, “considerando-se que (Moro) teve ciência do fato e não tomou atitude no sentido de apurar ou corrigir o crime”. Além disso, reclamam do ato do juiz em levantar o sigilo das gravações. Segundo o documento, Dilma, por ter foro privilegiado, não poderia ter sido exposta na divulgação das escutas, a menos que que o Supremo determinasse a quebra de sigilo.

Os parlamentares autores do pedido citam a lei que define como crime a interceptações de comunicação e a quebra de sigilo de seu conteúdo sem autorização judicial. A pena para esse crime é de reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Os senadores que assinam o documento são os petistas Ângela Portela (CE), Donizeti Nogueira (MG), Fátima Bezerra (RN), Regina Sousa (PI), Humberto Costa (SP), Paulo Rocha (PA), Lindbergh Farias (RJ), Gleisi Hoffman (RS), Jorge Viana (AC), José Pimentel (CE), Lídice da Mata (PSB-BA), Roberto Requião (PMDB-PR), Telemário Mota (PDT-RR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB – AM).

Duas das doze representações contra Moro no CNJ já foram negadas pela corregedora nacional de Justiça, Nancy Andrighi. Caso algum dos processos contra o juiz de Curitiba tenha seguimento, ele poderá ser afastado da condução da Operação Lava Jato e até mesmo do cargo no Judiciário.

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