Corrente ‘denúncia pública’ da aposentadoria imoral de Rafael Greca, pretende incorporar mais de 1 MILHÃO de moradores da capital paranaense

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Quem usa de artimanhas com dinheiro público para obtenção de vantagem pessoal, não pode gerir o orçamento da cidade.

Tendo a Boca Maldita como ponto de encontro, ativistas sociais que integram o Movimento Popular Nossa Curitiba, reafirmaram neste domingo (4), o compromisso de pautar na eleição o benefício previdenciário – que dizem indecoroso – do ex-prefeito Rafael Greca. Já são centenas de voluntários que atenderam nosso chamamento, diz Abreu Bazuca, presidente da entidade que comanda o “nossa Curitiba”.

Ainda segundo Abreu, a meta da é arregimentar para a referida denúncia pública, 1 milhão de moradores (as) da capital paranaense. O momento político vivido pelo nosso país, é importante demais para ficar apenas nas mãos dos partidos político, destaca o ex-vereador Doático Santos que assessora o movimento. Fatos gritantes de descompromisso com o zelo ao dinheiro público, caso dessa aposentadoria precoce, tem ser do conhecimento de toda a população, antes do comprometimento do voto, senão só restará o arrependimento posterior e depois do leite derramado não adianta chorar, assevera Doático.

A seguir, trechos do texto da denúncia da aposentadoria imoral de Greca

Reclamação coletiva ao Ministério Público pede cancelamento de benefício conseguido pelo ex-prefeito, no IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba, onde o falastrão trabalhou, pasmem: menos de 04 meses e não mais de 100 dias. Rafael Greca foi aprovado em concurso naquela autarquia, no ano de 1983. Tomou posse no cargo e já no dia seguinte licenciou-se para exercer o mandato de vereador da capital.

E foi assim, o político continuou renovando a licença para cada mandato que cumpria. Ex-vereador, ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-prefeito de Curitiba, ex-ministro e ex-funcionário do Senado Federal. Tudo aparentemente normal, não fora neste início de ano (2016), o “interesseiro” utilizar esses períodos em que passou fazendo política para contar tempo de aposentadoria no IPPUC. Aproveitando-se de brechas legais, restou aposentado naquele instituto municipal, onde recebe desde abril/16, a polpuda quantia de R$ 12.560, 00. Na prática, nos últimos 32 anos, Greca trabalhou regularmente, menos de 04 meses e não mais que 100 dias. Absoluta e incontestável IMORALIDADE!

Nessa voracidade com que amealha dinheiro público para prover seus questionáveis direitos, demonstra total falta de zelo com o orçamento que deve servir a comunidade em geral.

Movimento Popular Nossa Curitiba
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