Cai a máscara de Greca: no Café Avenida exibição e distribuição do prontuário da aposentadoria imoral

sessao_cp_03
Em sessão pública, neste sábado (25), às 10:30h, na Boca Maldita, a Convocação Primavera vai apresentar histórico funcional de Rafael Greca, aposentado precoce do IPPUC.

Na ficha de trabalho do candidato no Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba está comprovado que desde que assumiu em 1.983, ex-prefeito exerceu a função para a qual foi contratado, apenas 116 dias, ou seja, menos que 4 meses. Até requisitar o benefício da aposentadoria numa artimanha da legislação, Greca esteve licenciado para se dedicar a cargos políticos, tais como:

ex-vereador de Curitiba; ex-deputado estadual; ex-prefeito de Curitiba; ex-deputado federal; ex-ministro do turismo; ex-secretário de estado e ex-assessor parlamentar do Senado Federal. Após essas peripécias, em janeiro deste ano (2016), solicitou e teve aposentadoria concedida pelo IPPUC, passando a receber pelo benefício, R$ 12.600,00, mensais.

Candidato não pode usar o título de urbanista

Blog da Roseli Abrão

O candidato do PMN à Prefeitura de Curitiba, Rafael Greca, não poderá mais utilizar o título de urbanista como referência profissional. A decisão é da juíza eleitoral Sayonara Sedano que atendeu a uma representação da coligação que apoia a reeleição do prefeito Gustavo Fruet.

De acordo com a decisão judicial, Greca não pode mais se apresentar como urbanista e/ou engenheiro urbanista, o que pode configurar crime de exercício ilegal da profissão, sob pena de multa o pagamento de R$ 5.000,00 a cada vez que ocorrer descumprimento.

Segundo ainda a juíza, não está comprovado que Greca tem esta formação e se continuar se identificando como tal “poderá influenciar os cidadãos em prejuízo dos outros candidatos que não são arquitetos, urbanistas ou engenheiros urbanistas”.

Peças históricas sumidas da prefeitura, aparecem em sítio de candidato

Por Catia Seabra/ Folha de S. Paulo

A Fundação Cultural de Curitiba —subordinada à prefeitura da cidade— apura o desaparecimento de 12 obras de arte originalmente pertencentes a um museu municipal, a Casa Klemtz. Uma das suspeitas da instituição é que parte desse acervo esteja numa chácara do ex-prefeito Rafael Greca (PMN), que lidera a disputa pela prefeitura contra o prefeito Gustavo Fruet (PDT), que tenta a reeleição.

Essa suspeita nasceu da comparação dos itens desaparecidos com fotos publicadas pelo próprio Greca nas redes sociais. Oito anos após o desaparecimento das peças, que ocorreu quando Greca era prefeito, ele exibiu em sua página em rede social imagens externas e internas da chácara São Rafael, propriedade de sua família.

Três móveis expostos na rede social coincidem, em descrição e imagens, com os objetos desaparecidos em 1995: uma cristaleira (“étagère”) e dois lavatórios, sendo um deles do século 19. Consultada pela Folha sobre a semelhança das obras e após a confrontação de fotos de arquivos com postagens de Greca na rede social, a fundação afirmou que “há indícios fortíssimos” de que sejam as mesmas peças.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *