Cafezinho temático na Boca Maldita, abre a pré campanha eleitoral; Greca leva a primeira bordoada

informe_02de4Em que pese a prevalência dos assuntos nacionais, as eleições municipais já iniciam a órbita em torno do tradicional Café Avenida.

Tema destacado neste sábado (2), é o efeito bombástico da denuncia da aposentadoria imoral do Rafael Greca. Detalhada no Informe Voto Consciente, benefício obtido pelo ex-deputado, lhe assegura uma estranha compensação mensal de R$ 15 mil mensais. Tal aposentadoria é paga pelo IPPUC, Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba, onde o político, chegou a tomar posse como engenheiro aprovado em concurso. Mas, após a posse nunca trabalhou na instituição, protegido por inúmeras licenças para ocupar funções no legislativo e também em outras instituições públicas. No IPPUC, Greca só voltou para lavrar a gorda aposentadoria.

Ducci trabalhando no combate à dengue
O deputado federal Luciano Ducci (PSB/Pr), acompanhou a coletiva do secretario de Saúde, Michelle Caputo, sobre a decisão do governo do Paraná em adquirir as vacinas contra a dengue. A vacina já tem eficácia comprovada e será uma grande aliada na prevenção de casos graves e mortes

Dono da UTC desmente Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, diz PF
A Polícia Federal indiciou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações do governo Lula) por corrupção passiva, na Operação Lava Jato, ao concluir que o casal recebeu R$ 1 milhão de propina oriundo de contratos da Petrobras.

A senadora petista teria recebido o valor em espécie na campanha de 2010 para custear as despesas da eleição ao Senado. Também foi indiciado o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, de Curitiba. Segundo a PF, o ex-ministro Paulo Bernardo teria solicitado a quantia ao doleiro Alberto Youssef ou ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para custear a campanha.

Para a PF, Paulo Bernardo tinha conhecimento de que os valores eram ilícitos, caso contrário não teria solicitado a Paulo Roberto Costa. A PF ainda aponta que Ernesto Kugler Rodrigues recebeu o valor em quatro parcelas a pedido da senadora e do marido. Durante as investigações, a PF encontrou na agenda de Paulo Roberto a inscrição a ‘1,0 PB’ e confirmou que se tratava do ex-ministro.

Os valores, segundo os federais, foram levados de São Paulo a Curitiba por Antonio Carlos Fioravante Pieruccini, que documentou todo o local da entrega para os policiais. A PF identificou ainda registros telefônicos que confirmariam a propina para a campanha. À PF, Gleisi também negou ter recebido os valores. No inquérito, Paulo Bernardo negou que tivesse solicitado os valores para a campanha de Gleisi.

O ex-ministro alegou na época que havia uma orientação do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que os ministros não se envolvessem na arrecadação das campanhas. Em sua delação premiada, o dono da UTC Engenharia Ricardo Pessoa contou que Paulo Bernardo lhe pediu financiamento para a campanha de Gleisi. Segundo o empreiteiro, as doações ao caixa oficial da campanha e também para ao Diretório Nacional do PT foram registradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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